MULHER
MOLA MESTRA DA EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE
A
evolução da humanidade ou da sociedade humana dependeu e depende
de muitas variáveis, entretanto na minha visão a causa mais
poderosa dentro desse complexo e fluido contexto causal ou factual
foi e tem sido a evolução da mulher.
Muitas espécies de animais formam "sociedades" conservadoras porque as fêmeas são conservadoras e não desafiam o status quo. Para elas a vida em bando ("sociedades") ou famílias é estritamente um meio para viabilizar a conservação individual e a conservação da espécie. Porisso entre os animais só os machos cantam e só os machos dançam e para quê? Para atrair as fêmeas. Se para convencer as fêmeas a colaborarem com a reprodução da espécie, basta ao touro formar aquela corcova, ao leão criar a sua juba, aos pássaros, cigarras e grilos afinarem seus cantos, ao pavão e ao peru capricharem nas coreografias e assim por diante, então não é preciso fazer mais nada e assim foram criadas e mantidas muitas "tradições". Pode-se observar também que, nas tribos primitivas que estacionaram na era pré-histórica paleolítica ou mesmo neolítica, como os selvagens das Américas, da Oceania e da África, enquanto não foram mortos culturalmente pela violência cultural dos diversos impérios invasores da civilização ocidental, são os homens que prerencialmente dançam e se pintam.
Nos tempos bem primitivos apesar das diferenças de organização social e de métodos e tecnologias de sobrevivência os homens ainda comungavam muitas "tradições e culturas" com os animais, o que não escapou aos olhos observadores de muitos estudiosos do comportamento humano, principalmente, os de zoólogos humanos como Desmond Moris, em seus O MACACO NU E A FAUNA HUMANA. Na área do comportamento sexual então, a especie humana continuaria até hoje no tipo de intercurso em que o macho humano, como qualquer bicho normal, fazia a cobertura por trás e a fêmea de costas sem condições de dialogar ou questionar o quer que fosse numa passividade extrema sem poder exigir nada, sem poder ver as expressões emocionais estampadas no rosto do parceiro e sem poder mostrar as suas, eta comunicação difícil, posição de segurança que facilita a fuga caso surja algum inimigo ou algum predador. Todavia, a mulher se rebelou e em posição erecta encarou o homem de frente até no intercurso sexual. Conquistar a mulher frente a frente passou exigir muito mais trabalho, criatividade,coreografia, canto, imaginação e presentes, dando origem a rituais de corte cada vez mais complexos e civilizados e a fêmea tomando consciência do seu valor e do seu poder começou a estabelecer regras e condições. E de frente a frente em frente a frente a mulher foi conquistando espaços e conquistou o lado a lado, marido e mulher ou rei e rainha. O frente a frente na vertical foi para a horizontal, o um sobre o dois conduzindo a dança foi evoluindo para alternância da liderança e culminou com a flexibilidade dos posicionamentos até chegar ao dois sobre o um. Posso estar enganado, mas eu parece-me que a mulher é única fêmea que canta e canta para encantar o macho e única fêmea que dança também para enfeitiçar o macho.
Muitas espécies de animais formam "sociedades" conservadoras porque as fêmeas são conservadoras e não desafiam o status quo. Para elas a vida em bando ("sociedades") ou famílias é estritamente um meio para viabilizar a conservação individual e a conservação da espécie. Porisso entre os animais só os machos cantam e só os machos dançam e para quê? Para atrair as fêmeas. Se para convencer as fêmeas a colaborarem com a reprodução da espécie, basta ao touro formar aquela corcova, ao leão criar a sua juba, aos pássaros, cigarras e grilos afinarem seus cantos, ao pavão e ao peru capricharem nas coreografias e assim por diante, então não é preciso fazer mais nada e assim foram criadas e mantidas muitas "tradições". Pode-se observar também que, nas tribos primitivas que estacionaram na era pré-histórica paleolítica ou mesmo neolítica, como os selvagens das Américas, da Oceania e da África, enquanto não foram mortos culturalmente pela violência cultural dos diversos impérios invasores da civilização ocidental, são os homens que prerencialmente dançam e se pintam.
Nos tempos bem primitivos apesar das diferenças de organização social e de métodos e tecnologias de sobrevivência os homens ainda comungavam muitas "tradições e culturas" com os animais, o que não escapou aos olhos observadores de muitos estudiosos do comportamento humano, principalmente, os de zoólogos humanos como Desmond Moris, em seus O MACACO NU E A FAUNA HUMANA. Na área do comportamento sexual então, a especie humana continuaria até hoje no tipo de intercurso em que o macho humano, como qualquer bicho normal, fazia a cobertura por trás e a fêmea de costas sem condições de dialogar ou questionar o quer que fosse numa passividade extrema sem poder exigir nada, sem poder ver as expressões emocionais estampadas no rosto do parceiro e sem poder mostrar as suas, eta comunicação difícil, posição de segurança que facilita a fuga caso surja algum inimigo ou algum predador. Todavia, a mulher se rebelou e em posição erecta encarou o homem de frente até no intercurso sexual. Conquistar a mulher frente a frente passou exigir muito mais trabalho, criatividade,coreografia, canto, imaginação e presentes, dando origem a rituais de corte cada vez mais complexos e civilizados e a fêmea tomando consciência do seu valor e do seu poder começou a estabelecer regras e condições. E de frente a frente em frente a frente a mulher foi conquistando espaços e conquistou o lado a lado, marido e mulher ou rei e rainha. O frente a frente na vertical foi para a horizontal, o um sobre o dois conduzindo a dança foi evoluindo para alternância da liderança e culminou com a flexibilidade dos posicionamentos até chegar ao dois sobre o um. Posso estar enganado, mas eu parece-me que a mulher é única fêmea que canta e canta para encantar o macho e única fêmea que dança também para enfeitiçar o macho.
Se hoje, com toda civilização, é muito difícil, em muitas
situações, classes sociais e nacionalidades, à mulher exercitar o
frente o frente, mesmo com a Lei Maria da Penha, imaginem, naqueles
tempos primevos, que coragem demonstrou a mulher, mesmo com as armas
da sedução, ao enfrentar um parceiro/oponente mais alto, mais
pesado, mais forte e mais treinado para matar! Mas ela teve essa
coragem ao custo de algumas vidas, mas não desistiu, persistiu. Um
dos grandes dilemas do homem primitivo era ter que deixar suas
mulheres grávidas, amamentando ou cuidando dos filhos e suas
crianças num acampamento improvisado e partirem pra longe em busca
de caça e pesca. Era a oportunidade dos predadores para atacar e de
outros grupos rivais de matar ou raptar suas mulheres e crianças. A
solução foi descobrir modos de produção de bens sedentários,
acampar em lugares altos, construir fortalezas e não se afastarem
muito das suas fêmeas e crianças. O poder da maternidade
contribuiu para constituir a visão da mulher como algo sagrado,
merecedor de cultos, totens e veneração e devido a sua maior
longevidade, muito mais do que os anciãos, as anciãs passaram a
ser a autoridade para se comunicar com o divino, a paranormal, a
conselheira, a MÃE. E com a autoridade da matriarca influenciando a
infância e adolescência dos filhos, foram surgindo os grandes
matriarcados, uma marca característica de identidade dos povos
germânicos, que mais tarde viriam dar origem ao ingleses e
anglo-americanos e alemães, só os alemães muito mais tarde num
posição reacionária iria destronar a mulher com suas ideologias
fundamentalistas e totalitárias. O homem se tornou muito
empreendedor e conquistador por uma razão muito simples, tinha que
trazer o melhor do pescado, a melhor da caça, o melhor da colheita
em dose tripla, uma para a MÃE, uma para a sogra e outra para a
esposa. E por causa da mulher, para agradá-la ou para impedir que
ela alçasse vôo muito alto e ficasse fora do seu controle, o homem
encontrou tantas formas criativas e também moveu céus e terras e
de certa forma, no dizer poético e musical de Gilberto Gil, "mudou
até o curso da história". Vamos encontrar as mulheres como
atrizes principais na dança do ventre, nas danças indianas, nas
danças da oriente médio, nas danças afrodescendentes, nas danças
do oriente distante, na antiguidade e até hoje. Vamos encontrar as
mulheres na idade média, afrontando toda uma cultura
fundamentalista católica, lutando para ser intelectuais, serem
livres, mesmo que ao preço de serem cortesãs.
Observem que os países e nações que reprimem toda forma de progresso, instrução, liberdade de expressão e inclusão das mulheres, são atrasadíssimos, se são pobres são macro-favelas, plenas de fome, doença, miséria, analfabetismo, sem saneamento básico e devastados por guerras tribais de extermínio, se são ricos são ilhas de riqueza em oceanos de pobreza. Não é só por isso, mas os países mais desenvolvidos e poderosos do mundo são matriarcais. Os países do terceiro mundo mais emergentes e civilizados são justamente aqueles em que a mulher tem mais liberdade, respeito e inclusão social. Será isso mera coincidência? Modernamente, ao questionar o machismo a mulher de forma moderada ou radical e falar sobre sua sexualidade, por ela mesma, colocou o homem de calça justa pois, este antes tinha um paradigma segundo o qual o macho é aquele que é capaz de "devorar" muitas mulheres na sua juventude ou ao longo da sua vida, usando-as de uma forma unilateral, egoísta, desconectada, como objetos similares às bonecas disponíveis nos sex-shops, depois pensando em se modernizar mudou para o modelo oposto em que homem macho é aquele que consegue satisfazer plenamente a sua companheira, agindo sozinho com suas técnicas. Finalmente agora, já se começou a construir um novo modelo de competência nos territórios de Eros e Afrodite, ou Cupido e Vênus, em que a competência vem do diálogo, parceria, do espírito de equipe, da cooperação, da empatia, da sinergia, da divisão justa da liderança, do reconhecimento e aceitação de virtudes e limitações, da humildade para aprender cada vez mais um sobre o outro, do cuidar do prazer e da felicidade do outro com a mútua colaboração, ambos têm que chegar à conclusão de poderão dançar muitas danças, mais uma de cada vez. Pois se um dança bolero e outro dança samba, não dá nem bolero e nem samba. O prazer e a felicidade de uma equipe de dois só pode ser construído dia-a-dia pelos dois.
Observem que os países e nações que reprimem toda forma de progresso, instrução, liberdade de expressão e inclusão das mulheres, são atrasadíssimos, se são pobres são macro-favelas, plenas de fome, doença, miséria, analfabetismo, sem saneamento básico e devastados por guerras tribais de extermínio, se são ricos são ilhas de riqueza em oceanos de pobreza. Não é só por isso, mas os países mais desenvolvidos e poderosos do mundo são matriarcais. Os países do terceiro mundo mais emergentes e civilizados são justamente aqueles em que a mulher tem mais liberdade, respeito e inclusão social. Será isso mera coincidência? Modernamente, ao questionar o machismo a mulher de forma moderada ou radical e falar sobre sua sexualidade, por ela mesma, colocou o homem de calça justa pois, este antes tinha um paradigma segundo o qual o macho é aquele que é capaz de "devorar" muitas mulheres na sua juventude ou ao longo da sua vida, usando-as de uma forma unilateral, egoísta, desconectada, como objetos similares às bonecas disponíveis nos sex-shops, depois pensando em se modernizar mudou para o modelo oposto em que homem macho é aquele que consegue satisfazer plenamente a sua companheira, agindo sozinho com suas técnicas. Finalmente agora, já se começou a construir um novo modelo de competência nos territórios de Eros e Afrodite, ou Cupido e Vênus, em que a competência vem do diálogo, parceria, do espírito de equipe, da cooperação, da empatia, da sinergia, da divisão justa da liderança, do reconhecimento e aceitação de virtudes e limitações, da humildade para aprender cada vez mais um sobre o outro, do cuidar do prazer e da felicidade do outro com a mútua colaboração, ambos têm que chegar à conclusão de poderão dançar muitas danças, mais uma de cada vez. Pois se um dança bolero e outro dança samba, não dá nem bolero e nem samba. O prazer e a felicidade de uma equipe de dois só pode ser construído dia-a-dia pelos dois.
Se a relação homem x mulher evoluiu para uma
tirania feminina, em alguns casos, é possível, mas nem sempre foi
assim. Nas espécies animais vertebradas, a relação macho x fêmea
acontece desde que o mundo é mundo até os dias de hoje com o macho
no papel de caçador ou predador e a fêmea no papel de caça ou
presa sendo abordada por trás. A exceção está na especie humana
onde, além de ficar erecta, a mulher encarou a abordagem de frente e
mudou a relação para predador x predadora ou caçador x caçadora.
Isso mudou radicalmente tudo e abriu caminho para o matriarcado e
para a tirania feminina. O homem por ser o mais fraco e frágil do
animais tornou-se o mais inteligente e a mulher por ser mais fraca e
mais frágil do que o homem tornou-se silenciosamente mais
inteligente, mais sagaz, mais astuta, mais esperta, mais
estrategista, mais competente na administração psicológica das
situações do que ele.
O homem primitivo por ser mais capacitado para o trabalho mais braçal, prático, objetivo e que requisitava agressividade extrema e resultados imediatos, tornou-se imediatista e com visão de curto prazo. Foi com a mulher que nasceu ainda que intuitivamente o planejamento estratégico. A mulher percebeu que não bastava se acasalar, reproduzir e aceitar o desejo do homem de se limitar ao papel simples reprodutora. Ela sabia que só ela estava capacitada a dar valor e promover a sobrevivência da espécie humana e isso passa por uma forma inteligente de seleção dos melhores machos e assim promovendo a eugenia necessária, e precisava de ter alguém mais forte e menos ocupado com a gestação e criação dos filhos na fase de incapacidade para atuar na vanguarda como provedor e como defensor dela e da sua prole. Não dispondo de força e nem arquitetura biológica guerreira e caçadora, ela cuidou de seduzir, entreter, satisfazer em todos os sentidos, encher a vida dele de prazeres e compensações e suprir suas carências de suporte assessoria, terapia, audiência e massageamento do ego. O problema é que a estratégia usada acabou se tornando por acomodação em uma armadilha, em que ela foi desativando suas competências de guerreira, caçadora e autoprovedora em segundo plano por falta de uso e foi perdendo sua independência. Se de um lado as mais espertas em algumas culturas desenvolveram uma técnica de conquista de poder que criou o matriarcado, de outro na maioria das culturas foi se instituindo o patriarcado, com todos os abusos e absurdos da míope lógica masculina. Mas se as mulheres não abrissem mão da sua liberdade para cuidar das crianças até que elas se tornassem seres capazes, a espécie humana não teria sobrevivido. As mulheres foram sendo convencidas que eram mesmo fracas, indefesas, dependentes, inferiores, incapazes para tudo que não trabalho de suporte, serviços, assessoria e retaguarda. Involuiu para a condição de objeto e propriedade dos homens em muitos casos. Todavia a mulher acordou e a medida que acontece o progresso tecnológico que equalizou as condições de competição, em que a força bruta foi tornada obsoleta, ela vai recuperando o espaço cedido, até com certo exagero em alguns casos pois volta a colocar de forma semelhante as nossas crianças a mercê dos predadores modernos, que hoje não são mais as feras e nem os sequestradores das tribos inimigas, hoje eles são pedófilos, traficantes, ladrões de órgãos para transplante ilegal, aliciadores de menores para prostituição, assassinos de crianças em série e deformadores de caráter e personalidade que são muitos programas veiculados pelas mídias de comunicação de massa.
Hoje, como não há necessidade de tantas reprodutoras e as mulheres podem optar entre serem batalhadoras de retaguarda ou guerreiras de vanguarda, é preciso rever os conceitos de missão feminina e resgatar a mulher que opta por assegurar a sobrevivência da espécie humana cuidando diretamente da vida, da educação e da proteção dos filhos. Penso que todos nós, mas principalmente a mulher por ser mais capacitada e competente nessa área, deveríamos ser preparados com qualidade máxima para cuidar, proteger e educar os filhos. E a mulher que optar por ser mãe e dona de casa em tempo integral deveria ser muito bem preparada repito com todos os conhecimentos de educação, saúde, psicologia infantil, gestão doméstica e ser tratada com o maior respeito, jamais como mão de obra escrava e sem direitos sobre o salário do marido, pelo contrário com direito á previdência, aposentadoria e fundo de garantia por tempo de serviço, 13º salario, ferias remuneradas, etc e etc. O seu trabalho tem que ser valorizado, respeitado e jamais ser tratado como não trabalho. Fico horrorizado quando ouço certos maridos bradando que trabalham o dia todo e ela fica em casa no bem bom e ainda comete tantos erros. Aff! Eff! Iff, Off e Uff!
O homem primitivo por ser mais capacitado para o trabalho mais braçal, prático, objetivo e que requisitava agressividade extrema e resultados imediatos, tornou-se imediatista e com visão de curto prazo. Foi com a mulher que nasceu ainda que intuitivamente o planejamento estratégico. A mulher percebeu que não bastava se acasalar, reproduzir e aceitar o desejo do homem de se limitar ao papel simples reprodutora. Ela sabia que só ela estava capacitada a dar valor e promover a sobrevivência da espécie humana e isso passa por uma forma inteligente de seleção dos melhores machos e assim promovendo a eugenia necessária, e precisava de ter alguém mais forte e menos ocupado com a gestação e criação dos filhos na fase de incapacidade para atuar na vanguarda como provedor e como defensor dela e da sua prole. Não dispondo de força e nem arquitetura biológica guerreira e caçadora, ela cuidou de seduzir, entreter, satisfazer em todos os sentidos, encher a vida dele de prazeres e compensações e suprir suas carências de suporte assessoria, terapia, audiência e massageamento do ego. O problema é que a estratégia usada acabou se tornando por acomodação em uma armadilha, em que ela foi desativando suas competências de guerreira, caçadora e autoprovedora em segundo plano por falta de uso e foi perdendo sua independência. Se de um lado as mais espertas em algumas culturas desenvolveram uma técnica de conquista de poder que criou o matriarcado, de outro na maioria das culturas foi se instituindo o patriarcado, com todos os abusos e absurdos da míope lógica masculina. Mas se as mulheres não abrissem mão da sua liberdade para cuidar das crianças até que elas se tornassem seres capazes, a espécie humana não teria sobrevivido. As mulheres foram sendo convencidas que eram mesmo fracas, indefesas, dependentes, inferiores, incapazes para tudo que não trabalho de suporte, serviços, assessoria e retaguarda. Involuiu para a condição de objeto e propriedade dos homens em muitos casos. Todavia a mulher acordou e a medida que acontece o progresso tecnológico que equalizou as condições de competição, em que a força bruta foi tornada obsoleta, ela vai recuperando o espaço cedido, até com certo exagero em alguns casos pois volta a colocar de forma semelhante as nossas crianças a mercê dos predadores modernos, que hoje não são mais as feras e nem os sequestradores das tribos inimigas, hoje eles são pedófilos, traficantes, ladrões de órgãos para transplante ilegal, aliciadores de menores para prostituição, assassinos de crianças em série e deformadores de caráter e personalidade que são muitos programas veiculados pelas mídias de comunicação de massa.
Hoje, como não há necessidade de tantas reprodutoras e as mulheres podem optar entre serem batalhadoras de retaguarda ou guerreiras de vanguarda, é preciso rever os conceitos de missão feminina e resgatar a mulher que opta por assegurar a sobrevivência da espécie humana cuidando diretamente da vida, da educação e da proteção dos filhos. Penso que todos nós, mas principalmente a mulher por ser mais capacitada e competente nessa área, deveríamos ser preparados com qualidade máxima para cuidar, proteger e educar os filhos. E a mulher que optar por ser mãe e dona de casa em tempo integral deveria ser muito bem preparada repito com todos os conhecimentos de educação, saúde, psicologia infantil, gestão doméstica e ser tratada com o maior respeito, jamais como mão de obra escrava e sem direitos sobre o salário do marido, pelo contrário com direito á previdência, aposentadoria e fundo de garantia por tempo de serviço, 13º salario, ferias remuneradas, etc e etc. O seu trabalho tem que ser valorizado, respeitado e jamais ser tratado como não trabalho. Fico horrorizado quando ouço certos maridos bradando que trabalham o dia todo e ela fica em casa no bem bom e ainda comete tantos erros. Aff! Eff! Iff, Off e Uff!
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